terça-feira, 28 de setembro de 2010

Tipicamente Tipico!

Deixei cair a merda dos óculos!

Não vejo a ponta dum corno.

- Maria!! Acende a merda da luz!!! Não vejo nada caralho!

- Fala bem que já tens dentes! Não há luz! Pagasses a merda da conta cabrão!

- Puta!

- Eu ouvi isso!

- Não era contigo querida!! Fui eu que me aleijei no pé!

sábado, 25 de setembro de 2010

Uma faca no coração

Foste embora! Porquê? Não tinhas tudo? Faltou-te alguma coisa? Fala! Diz-me porquê! PORQUE CARALHO TE FOSTE EMBORA?!

Saiste com uma desculpa de merda, ias visitar a tua amiga Sara. Eu sabia que essa tua “amiga” chamava-se era Victor! Esse filho da puta andava a rondar-te desde que o conhecemos naquele jantar de aniversário. Com um ar de chico esperto, armado em garanhão com a mania que tinha piada.

Agora diz-me o que é que esse filho da puta tinha que eu não tinha? Dinheiro? Era dinheiro? Era o quê? Ele dava-te prendas caras era isso? Aquele colar d’ouro foi ele que te deu? Aquelas chamadas a meio da noite, aquelas boleias até casa, aquela risota cada vez que eu saía da sala! Era um filha da puta de um corno manso era o que eu era. Eu podia ter-te dado tudo o que tu querias, tudo.

Mas agora é tarde demais, esse paneleiro de merda já não rouba a mulher de ninguém.
Devias ter visto aquele “grande homem” a chorar baba e ranho, a pedir de joelhos que não disparasse, foi lindo! Disse que te deixava sem pensar duas vezes, sem pensar duas vezes. Devias ter vergonha deixar-me por aquele merdas, eu morreria por ti, eu daria tudo o que tivesse e o que não tivesse por ti, bastava pedires, era isso o quanto eu te amava. Mas não, tiveste de te armar em puta, e partiste-me o coração.
Eu morreria por ti mas agora vou morrer por tua causa.

O teu namoradinho está em casa dele dentro do cesto da roupa, por esta altura deves estar a chegar aqui a casa, vais chegar tarde. O revólver que o matou é o mesmo que me vai tirar a vida, é simbolico sabes, é como se fosse a tua mão. Tu mataste-o quando me deixaste, a mim mataste-me muito antes disso, quando deixaste de me olhar nos olhos, quando deixaste de dizer que me amavas, quando deixaste de te entregar de corpo e alma.

Quero qure sofras tanto quanto eu sofri por tua causa.

Adeus puta de merda. Vemo-nos no inferno.